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Nossa equipe é composta por pessoas que tem participação direta e / ou indireta neste movimento. Com certeza, alguns nem sabem que seus nomes aparecem aqui, como é o caso do grande CHmaníaco Leandro Lima. Ele foi o responsável pela gravação dos episódios perdidos em português, entre 1990 e 1995, quando iam ao ar regularmente pelo SBT. Graças a esse, a quem chamamos “O Mago dos Episódios Perdidos”, essas raridades não desapareceram definitivamente. Hoje, Leandro não faz mais parte do Movimento CH por razões controversas, mas seu nome sempre será lembrado pelos fãs CH, quando se falar em episódios perdidos. Porém, agora chega de conversa e, vamos apresentar a equipe e falar um pouco sobre cada um:

Leandro Lima: gravou os episódios perdidos na ocasião de suas exibições e, repassou aos demais fãs em formato VHS. Hoje, esses episódios encontram-se disponíveis nas mãos de alguns poucos colecionadores em versão digital, feita através de uma remasterização amadora (que ficou melhor que muitas que o SBT fez).

Gustavo Berriel: tendo como base, um guia de episódios que, acreditem, o Leandro Lima fez das exibições de CH & CH, desde 1984, realizou uma série de colunas para o “Site do Chaves”, que serviu de base para boa parte do documentário “Episódios Perdidos”, inclusive a data de estréia do episódio “A Pichorra”, que é mencionada por mim, durante a apresentação de trechos do episódio. Gustavo é jornalista recém-formado e está apoiando este movimento.

Alisson Cassani: foi o mentor deste movimento. Enquanto ninguém mais esperava que um movimento como esse poderia ir para frente, Cassani acreditou e deu força total para que acontecesse. Ajudou em tudo o que pôde e com certeza, estará lutando por essa causa, até o fim. Resolvi apoiar a fundo este movimento e levá-lo à frente, ao ver a esperança nas palavras deste grande CHmaníaco.

Jader Magri: mais conhecido no Movimento CH como “Barril do Chavinho”, foi o responsável pela realização deste site e do banner de divulgação do Movimento. Ao saber que eu precisava de uma parceria para levar o projeto adiante (leia-se o site adiante), Jader se prontificou a ajudar no que fosse necessário.

Gustavo: mais conhecido como Gustavo CH, foi o responsável pela nova cara do site do movimento. Foi quem ajudou a tirar do papel, o "E que venham os CHemelhantes". Também se prontificou a ajudar no que for necessário pelo bem dos fãs.

Anderson Caro Nunes Henriques: mais conhecido como Doutor Chapatin... digo... Andy CH, Anderson tem nos ajudado bastante. Quando estava tudo pronto para por o site no ar, constatamos que o design não estava certo. O menu descolava do topo em algumas seções. Dissemos "Oh! E agora quem poderá nos ajudar?", eis que surgiu o Andy "Colorado" que veio nos ajudar no problema (e quantos mais ele arranjou? :-P ). Depois, Gustavo Berriel percebeu que o botão "Home" não estava funcionando e mais uma vez precisamos de ajuda. Pensei em chamar o Super Sam, porém, lembrei que mais vale um mal conhecido que... bem... lembrei que o Andy poderia quebrar mais essa. E mais: Andy é um cidadão que faz as melhores "observações". Enfim, ao próximo problema, saberemos que nome gritar: BATMAAAAAAN!

David Denis Lobão: mais conhecido como Fly, David foi o primeiro a acreditar no Movimento Volta-Perdidos. Em seu honrado e muito conhecido “Portal ohaYO!”, publicou uma matéria de capa escrita por mim e, que por falta de um título, a equipe do ohaYO! a batizou magistralmente como “Fãs pedem: SBT, salve o Chaves!”. Fly também é um grande CHmaníaco.

Marco Maciel: um dos componentes mais conhecidos e respeitados do Movimento CH. Há anos, Web-Master, colunista e organizador do famosíssimo CHaPapo do maravilhoso “Portal Chaves”, é um dos maiores CHmaníacos que conheço. Sou colunista de lá, e um de meus últimos trabalhos, foi exatamente a divulgação do “Movimento Volta-Perdidos CH & CH”.

Eduardo Gouvea: agora que já apresentei a todos os companheiros, permitam que me apresente. Sou conhecido no Movimento CH como Valette Negro e, desde que descobri (por volta de 2003), que existia muito mais episódios perdidos que eu contabilizava há anos (na ocasião, eu cheguei a assistir cinco desses episódios e nos anos seguintes, passei a reclamar da ausência dos mesmos, até tornar-me internauta e entender que existia uma grande lista de episódios na mesma situação), o “assunto-obsessão” de minha vida passou a ser este. Quem me conhece, sabe que sempre fui fascinado pela história dos perdidos. O documentário, carro-chefe deste movimento, a partir da idéia do Cassani, foi totalmente editado por mim. Acreditem: adquiri os episódios perdidos em VHS (hoje em DVD), há pouco menos de seis anos, e alguns deles, já assisti mais vezes que os que assisto desde 1992 (ano em que descobri o Chaves, já então, com sete anos de idade).